Queria ser a chuva. Aquela chuva calma, como dizem mesmo? Garoa? Pode ser também. Queria apenas tocar-lhe o rosto manso, escorrer pela tua face, acariciar-te os teus belos lábios. Talvez pudesse ser também um leve vento, para sibilar em teu ouvido palavras doces de amor. Ah! Quem dera eu ser um passarinho! Para falar-te em pequenos sons o quanto me fazes feliz. Mas, se nada disso for possível, contento-me em ser uma fagulha de esperança. Aguardando-te ansiosamente. Fazendo pequenas poesias sem nexo algum. Apenas tentando expressar o meu amor.
— Monique, Sem motivos, nem porquês. Apenas um sentimento bonito. (via p-o-e-s-i-a-s)